Qual a melhor escolha para núcleos intraradiculares

*Por Izio Mazur, Cirurgião-Dentista

Durante décadas as faculdades têm ensinado a reconstruir dentes extensamente destruídos utilizando dispositivos moldados em acrílico e fundidos em metal, para serem ancorados dentro do canal. São os núcleos metálicos fundidos. Tal técnica exige no mínimo duas consultas, bem como razoável habilidade técnica para confeccionar a “boneca” diretamente na boca. Além disso, há que se considerar o custo do laboratório que, somado ao seu tempo de trabalho, geram um custo interno considerável.

Os núcleos de metal alcançaram grande popularidade até o final do século passado, pois dificilmente  quebravam. Na verdade era a raiz que quebrava, a parte mais frágil do conjunto. Este continua sendo um dos grandes pontos de insucesso da técnica.

Com a chegada dos materiais restauradores estéticos livres de metal, o resultado antiestético produzido pelas sombras causadas pelos núcleos metálicos também começou a ser questionado. A solução para este e outros problemas, como a fratura radicular, veio com o desenvolvimento de pinos de fibra de vidro que oferecem excelente resolução estética sem produzir sombras sob as restaurações. Os pinos de fibra de vidro ganharam popularidade rapidamente pois permitem a construção de núcleos intraradiculares estéticos, imediatos e com custo até 10 vezes menor, quando comparados aos núcleos metálicos fundidos. Uma outra vantagem dos dispositivos de fibra é que eles jamais fraturam as raízes, pois antes disso ocorrer eles próprios fraturam, preservando o dente.  A este fenômeno chamamos de “princípio do mal menor”. A flexibilidade dos pinos de fibra de vidro, muito próxima da flexibilidade da dentina, é uma das explicações para essa preservação da estrutura dental. A confecção de núcleos estéticos é simples e pode ser executada em cerca de 15 min. Não requer equipamentos especiais nem instrumentos ou materiais onerosos. Existem diversos fabricantes no mercado. Um deles é a Superdont, que há cerca de 15 anos desenvolveu o Superpost Cônico Estriado, o primeiro pino de fibra de vidro nacional de formato cônico e dotado de alta resistência. Hoje a empresa possui uma alta tecnologia fabril, automatizada e inovadora, que lhe permite desenvolver e fabricar uma diversidade de modelos de pinos de fibra de vidro com desenhos complexos e exclusivos, aliados a uma excelente qualidade e baixo custo. Conheça toda a família de pinos de fibra de vidro Superpost em:

http://superdont.com.br/categoria-produto/pinos-de-fibra-de-vidro/

Nos próximos posts falaremos sobre o nosso protocolo exclusivo de cimentação de pinos de fibras.

Seja sempre bem vindo.

* O autor é professor de Dentística Restauradora, pesquisador e desenvolvedor de tecnologias inovadoras em odontologia. Sócio-fundador da Superdont Ind. e Com. Ltda, responde pela Pesquisa e Garantia da Qualidade na empresa.  Desenvolveu diversos materiais odontológicos inovadores e protocolos cínicos. É autor dos livros “Odontologia com Fibra –  Atlas de Compósitos Reforçados, 2003″  e Odontologia com Fibra – Guia Prático de Aplicações Clínicas”, 2011″. Possui mais de 1000 palestras ministradas em todo o Brasil.”

One thought on “PINOS DE METAL OU DE FIBRA DE VIDRO?  

  1. Se o valor do pino de fibra de vidro é menor, eu fui enganado… pois paguei mais q o dobro pq minha dentista falou q era melhor e mais forte do q o de metal.

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